Saga: A nova Ragnarok
Trilogia 1: Os deuses heróis
Livro 1: Heróis na infância
CAP.1: Enguia
Noite chuvosa, Lá fora começa a relampejar, um dos raios transforma Augusto, filho de Indra e Bronte, com. Os poderes divinos liberados Augusto passa a se chamar Enguia.
Um garoto escondido permanece na escola esperando a madrugada, ansioso por uma chance de ficar no laboratório de ciências isolado das críticas e cortejado pela liberdade de criação, contudo, acaba trancafiado no armário azul da sala, proibida para os que ignoram os efeitos bioquímicos.
Lucas, filho de Ísis e Cratos, o guri preso no armário, era bastante esperto, planejara cada passo, alguns colegas arranjaram-lhe muitos produtos químicos, criam cegamente em sua capacidade de criação, suas fórmulas e explicações de novas teorias pareciam tão perfeitas quanto complexas e exóticas. Tudo de que precisaria era de um laboratório, a oportunidade de provar a autenticidade das formulações que inventara.
Primeiramente saia-se da clausura com auxílio de uma substância ácida espalhada sob forma de um quadrângulo e um chute; estava fabricada a semi-porta. A roupa do menino maroto continha inúmeros bolsos internos tanto na blusa como na calça, em cada deles amontoava vidrinhos repletos de substâncias não permitidas, na mochila outro tanto.
Bloco e caneta a mão, iniciada a operação, os acréscimos de informações eram cautelosos, precisão é a alma das grandes descobertas científicas. Lucas fez um cálculo errôneo e de repente uma fumaça colorida toma conta do lugar. A porta é arrombada sem muito barulho, a fumaça some.
_Mãos ao alto! _Fala o estranho.
_Seu polic...(não é policial, cadê a farda?) _O garoto se da conta de que está defronte com um ladrão.
_Não atire! _Implora._ O bandido abre a jaqueta, como para guardar a arma, no entanto, pega o silenciador, encaixa no calibre e atira.
CAP.2: Dínamo
Incêndio no colégio onde o guri estuda, os bombeiros, atônitos, chamam ambulâncias. Bandidos em chamas eram jogados para fora da escola com uma incrível força.
_O que uma criança faria no meio de tamanha incandescência?
Nesse momento surge o moleque jogando três delinquentes pelos ares, brada forte: _Apaguem esse fogo! Um desses idiotas atirou em mim, entretanto, meu campo-de-força protegeu-me, e além, com a explosão, ganhei a força de um tubarão-baleia. Esse é o resultado de minhas experiências submetidas ao calibre de um imbecil com seus revólver e silenciador. Veja como silêncio não cabe à ciência. Agora o Dínamo nasceu.
CAP.3: Teleus
No caminho de volta para casa Alencar, filho da deusa Lilith e de Moros ou Destino, presencia um crime.
_Matem-no! _Diz o chefe do bando.
A testemunha ocular põe-se a correr, mas é pega e morta com um tiro na cabeça, em seguida é posta no porta-malas de um veículo e, à noite, é enterrada, juntamente com os corpos das vítimas anteriores.
Na noite seguinte os bandidos chegam ao cemitério para enterrar outro corpo, porém, avistam um guri emergindo da cova, reconhecem-no. Saem de seus carros, sacam as armas e atiram.
O guri voava e as balas ficavam-lhe em órbita antes de atingirem os marginais. Feridos, os criminosos o interrogavam: _Como fez isso?
_Você não morreu?
_Você é um zumbi, fantasma ou E.T.?
Alencar resolvera contar: _Não morri, nem sou alienígena, espírito ou zumbi, isso não existe. O tiro ativou todas as partes do meu cérebro, tornei-me telecinético.
Sem mais explicações os mal-feitores foram suspensos e levados à delegacia mais próxima.
Alencar doravante passa a se chamar Teleus, o melhor nome para um telecinéticos divino, mesmo sem saber que é um deus.
CAP.4: Dínamo versus Teleus
De repente o Céu estremece num estrondo, relâmpagos ofuscam todos os olhos enquanto o Sol se esconde atrás da tempestade. O chão é ferido, formando imensas crateras, pelos milhares de corpos decadentes das nuvens, parecem cavaleiros medievais, contudo, são apenas robôs controlados por satélite, invenção de Dínamo, com o intuito de cumprir a missão de prender o mais novo temor militar, Teleus, o para-normal.
Os androides levantam-se como se nada ocorresse, Teleus causa a explosão desses com um mero fechar de olhos, não que o poderoso homem seja ruim, uma vez que bastou descobrirem sua capacidade evolucional para o início da caça.
Visto como um possível sanguinário, o para-normal teve sua moradia incendiada e ainda guri fora aprisionado, amarrado com fios de fibra de carbono, isso não o segurou por muito tempo.
Teleus reconstruiu sua casa exatamente como era e criou um campo de força refratário, o que deixava pilhas de robôs do governo destruídos ao redor.
CAP. 5: Safira
Batem à porta do laboratório.
_Quem é?
_Sua nova ajudante.
_Quando a chamaram?
_Hoje mesmo, para auxilia-lo na captura de Teleus.
Dínamo a deixa entrar enfim.
_Como se chama mesmo?
_Paula, mas pode me chamar de Safira ( filha de Nêmesis e Thor)
_Por causa dos belos olhos que ostentas?
_Negativo.
_Pois então...
_Estou trabalhando numa armadura, que é especialmente dessa pedra.
_Posso vê-la?
_Pois não. _Paula tira da mochila, que levara consigo _O que achou?
_Precisa de lançadores de raios, balas ou qualquer substância anti-campo-de-força.
_Não se preocupe, amanhã estará pronta.
_Também trabalho em uma roupa, quer avista-la?
_Absoluto.
_Está finalizada na verdade _andou rumo a uma passagem secreta de onde alguns minutos após saiu.
_Magnífica! Qual matéria usou?
_Tudo de melhor que a tecnologia pode dar, a maioria eu mesmo inventei.
Nesse instante uma das paredes do laboratório é destruída.
_Rápido, _Brada Lucas para Paula _para a entrada secreta!
Um homem acorrentado é jogado sobre Safira antes que ela ponha a armadura azul, consegue liberar-se e voa em fuga. O bando que o capturar, mas é muito veloz.
Uma parte segue o fugitivo, outra amarra os dois cientistas agentes do governo, ambos são levados como reféns, o laboratório é saqueado e destruído em seguida.
CAP. 6: Inimigos ou amigos?
_Teleus, é você mesmo? Talvez não me conheça...
Depois de algumas horas tudo fora explicado, que ele estivera trabalhando no governo, o laboratório destruído, a infância sonhando em ser cientista. Teleus fora convencido de que se salvasse o país passaria de procurado para agente federal, contudo, deveriam agir logo.
_Está bem, colaboro. Sou muito poderoso na realidade, portanto, sua ajuda é dispensável, todavia, não moverei uma palha em reparação do País, a reconstrução é por conta de vocês.
_Feito. Quando conseguir, seremos parceiros de trabalho.
A tempestade finda-se, Teleus fecha os olhos, concentra-se, localiza cada integrante da gangue e congela um a um, ao término, balbucia, exausto: _Congelei todos. Agora os procurem e os prendam.
Mal terminara a frase, caiu impassível, desmaiou por esgotamento físico. Dínamo achou melhor não removê-lo, Safira quis ficar.
_Permanecerei aqui de guarda.
_Está bem, de toda forma, minha armadura é veloz, não demorarei muito.
CAP. 7: Teleus, herói nacional
A quadrilha só descongelou após duas semanas de prisão. Pessoas em todo o país odiavam e louvavam Teleus, tanto pela nevasca quanto por prender bandidos dos mais perigosos do país.
_Teleus!
Ao ouvir a pronúncia do seu nome Teleus acorda, ao avistar Paula pensa ter morrido e que se tratava de um Querubim.
_Um Serafim abre os portões do Firmamento para que eu permei do Paraíso Eterno, E São Pedro perdera o emprego para ti? Querubim, tens nome?
_Paula, mas pode chamar-me Safira. Quem sabe você receba alta amanhã mesmo.
_Lucas chega para visitar, adentra o quarto deparando-se com Safira nos braços do outro, entre beijos, prefere retirar-se, no entanto, quando dá meia-volta, é invocado.
_Ei, venha cá!
_Que quer, Teleus?
_E o emprego? Não pense que esqueci.
_Desculpe a promessa quebrada, mas metade da população na pátria o odeia.
_Melhor que cem por cento. Quem sabe se não me candidato a presidente, então poderei demiti-lo.
Eles riem e marcam um combate de Teleus versus Dínamo para dali a uma semana.






